O recado é breve: odeio perder e gostaria que vocês me ajudassem em uma coisa:
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Brasil mostra a tua cara!!!!
O recado é breve: odeio perder e gostaria que vocês me ajudassem em uma coisa:
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Oi??
ou eloiza voce que saber quem ea vilha da sanbista ai fofoca verdadeira vilha e a luana carvalho que e vilha da cantora berte carvalho vai no you tube escreve luana carvalho que voce vai matar tua cu.so que love lp muito mais gostosa e nao e pro bico das sapatas nao vilha.mulher como luiza possi pro meu bico homem com h
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Mais reflexão!!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Quem é, quem é, quem é??
sábado, 14 de novembro de 2009
Para refletir!!
CONTARDO CALLIGARIS
A turba da Uniban
| As turbas têm um ponto em comum: detestam a ideia de que a mulher tenha desejo próprio |
NA SEMANA passada, em São Bernardo, uma estudante de primeiro ano do curso noturno de turismo da Uniban (Universidade Bandeirante de São Paulo) foi para a faculdade pronta para encontrar seu namorado depois das aulas: estava de minivestido rosa, saltos altos, maquiagem -uniforme de balada.
O resultado foi que 700 alunos da Uniban saíram das salas de aula e se aglomeraram numa turba: xingaram, tocaram, fotografaram e filmaram a moça. Com seus celulares ligados na mão, como tochas levantadas, eles pareciam uma ralé do século 16 querendo tocar fogo numa perigosa bruxa.
A história acabou com a jovem estudante trancada na sala de sua turma, com a multidão pressionando, por porta e janelas, pedindo explicitamente que ela fosse entregue para ser estuprada. Alguns colegas, funcionários e professores conseguiram proteger a moça até a chegada da PM, que a tirou da escola sob escolta, mas não pôde evitar que sua saída fosse acompanhada pelo coro dos boçais escandindo: "Pu-ta, pu-ta, pu-ta".
Entre esses boçais, houve aqueles que explicaram o acontecido como um "justo" protesto contra a "inadequação" da roupa da colega. Difícil levá-los a sério, visto que uma boa metade deles saiu das salas de aula com seu chapéu cravado na cabeça.
Então, o que aconteceu? Para responder, demos uma volta pelos estádios de futebol ou pelas salas de estar das famílias na hora da transmissão de um jogo. Pois bem, nos estádios ou nas salas, todos (maiores ou menores) vocalizam sua opinião dos jogadores e da torcida do time adversário (assim como do árbitro, claro, sempre "vendido") de duas maneiras fundamentais: "veados" e "filhos da puta".
Esses insultos são invariavelmente escolhidos por serem, na opinião de ambas as torcidas, os que mais podem ferir os adversários. E o método da escolha é simples: a gente sempre acha que o pior insulto é o que mais nos ofenderia. Ou seja, "veados" e "filhos da puta" são os insultos que todos lançam porque são os que ninguém quer ouvir.
Cuidado: "veado", nesse caso, não significa genericamente homossexual. Tanto assim que os ditos "veados", por exemplo, são encorajados vivamente a pegar no sexo de quem os insulta ou a ficar de quatro para que possam ser "usados" por seus ofensores. "Veado", nesse insulto, está mais para "bichinha", "mulherzinha" ou, simplesmente, "mulher".
Quanto a "filho da puta", é óbvio que ninguém acredita que todas as mães da torcida adversa sejam profissionais do sexo. "Puta", nesse caso (assim como no coro da Uniban), significa mulher licenciosa, mulher que poderia (pasme!) gostar de sexo.
Os membros das torcidas e os 700 da Uniban descobrem assim um terreno comum: é o ódio do feminino -não das mulheres como gênero, mas do feminino, ou seja, da ideia de que as mulheres tenham ou possam ter um desejo próprio.
O estupro é, para essas turbas, o grande remédio: punitivo e corretivo. Como assim? Simples: uma mulher se aventura a desejar? Ela tem a impudência de "querer"? Pois vamos lhe lembrar que sexo, para ela, deve permanecer um sofrimento imposto, uma violência sofrida -nunca uma iniciativa ou um prazer.
A violência e o desprezo aplicados coletivamente pelo grupo só servem para esconder a insuficiência de cada um, se ele tivesse que responder ao desejo e às expectativas de uma parceira, em vez de lhe impor uma transa forçada.
Espero que o Ministério Público persiga os membros da turba da Uniban que incitaram ao estupro. Espero que a jovem estudante encontre um advogado que a ajude a exigir da própria Uniban (incapaz de garantir a segurança de seus alunos) todos os danos morais aos quais ela tem direito. E espero que, com isso, a Uniban se interrogue com urgência sobre como agir contra a ignorância e a vulnerabilidade aos piores efeitos grupais de 700 de seus estudantes. Uma sugestão, só para começar: que tal uma sessão de "Zorba, o Grego", com redação obrigatória no fim?
Agora, devo umas desculpas a todas as mulheres que militam ou militaram no feminismo. Ainda recentemente, pensei (e disse, numa entrevista) que, ao meu ver, o feminismo tinha chegado ao fim de sua tarefa histórica. Em particular, eu acreditava que, depois de 40 anos de luta feminista, ao menos um objetivo tivesse sido atingido: o reconhecimento pelos homens de que as mulheres (também) desejam. Pois é, os fatos provam que eu estava errado.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Jornal de ontem com notícia de anteontem
Boninho anuncia que mulher gay foi selecionada para banca 1 do BBB 10
Ela já está na etapa "cadeira-elétrica", entrevista final com a produção
Olha... Se tem uma coisa que me irrita pessoalmente é esta IMPRENSA 171. Afinal...Será que nós, que consumimos informação diariamente, somos obrigadas a "comprar" notícias do, como se diz, jornal de ontem com notícias de anteontem?
Sério, um sensacionalismozinho vá lá. Pois admitam: Márcia Goldsmith merece o nosso respeito. Assim como o Sem Meias Palavras, da minha terrinha - melhor programa brasileiro, ao meu ver, inclusive.
Olha... Se tem uma coisa que me irrita pessoalmente é esta IMPRENSA 171. Afinal...Será que nós, que consumimos informação diariamente, somos obrigadas a "comprar" notícias do, como se diz, jornal de ontem com notícias de anteontem?
Sério, um sensacionalismozinho vá lá. Pois admitam: Márcia Goldsmith merece o nosso respeito. Assim como o Sem Meias Palavras, da minha terrinha - melhor programa brasileiro, ao meu ver, inclusive.
Imagens de Angelina Jolie nua em filme censurado vazam na web
Publicado em 08.09.2009, às 21h28
Do JC Online Com informações de agências
Cenas do filme censurado "Gia" cairam na rede e se propagaram rapidamente, após o tabloide inglês "The Sun" publicar em seu site imagens da atriz Angelina Jolie nua, no papel da modelo que contraiu o vírus HIV ao usar uma seringa com sangue contaminado.
No filme, Angelina ainda beija na boca de Elizabeth Mitchell, a Juliet de "Lost". O filme havia sido censurado em 1998 e, só agora, foi liberado completamente.
Depois deste texto eu passei a acreditar na tão falada invisibilidade lésbica...Foi aí que me questionei: será que o Jc On Line, com informações de agências, acha que não tem sapatão lendo isso? Acho que devia ter 15 anos quando assisti a este filme (você também baixou ele no Parada Lésbica)?. E, pra quem ainda não assistiu, mesmo em pleno século XXI, acreditem: Jolie vai além do que o ainda beija na boca de Elizabeth Mitchell, a Juliet de "Lost".
Fala sério!!
E, só pra concluir o raciocínio com a história do Boninho...Então, se ele está divulgando que vai ter mulher gay como se fosse algo inéeeeeedito no BBB...Alguém pode que dizer o que foi isto?

Pois é! Abram o olho, meninas!! E cuidado com a imprensa 171
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Não é feitiçaria, é tecnologia!!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Tava no jornal de hoje. Coluna do Anselmo Góis querido. O texto é o seguintche:
Mart`nália, nossa cantora GAIATA, confere, digamos, a comissão de frente da rainha da bateria da Vila Isabel, Gracyanne Barbosa, depois de se apresentar na quadra da escola, sábado, no Rio.
COMOASSIM Nossa cantora GAIATA? Já diria a minha avó Josina querida, no meu tempo o nome disso era outra coisa...
Reescrevendo: Mart`nália nossa cantora sapatão.
Prontofaley
Bárbara Sandiego via mobile!!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
A vida imita a arte?
Olha só que delícia esse diálogo?! As queridas estão ensaiando para a versão sapatônica de "O Lobo de Ray Ban", que estreou nos palcos em 1987 com o Raul Cortez e entra em cartaz neste próximo dia 6, no teatro Frei Caneca, em São Paulo. Agora com a Cristiane Torloni e a Maria Maya. Ui!!
domingo, 1 de novembro de 2009
Um dia de domingo



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